Como estudiosos anteriores vincularam a Grande Mãe à sexualidade templária — por meio do hieros gamos, de pessoal consagrado e de ritos de fertilidade — com base em evidências gregas, do Oriente Próximo e romanas.
Explorando a evolução da autoconsciência por meio do Gênesis, do Logos joanino, do gnosticismo e dos mitos sacrificiais, vinculando a serpente edênica a Cristo e ao nascimento do eu consciente.
Por todo o Planalto Iraniano, a iconografia ofídia funcionava como uma interface ritual para a água, o tempo e a soberania — elementos-chave para a Teoria de Eva e o Culto da Serpente da Consciência.
Uma defesa da participação mística de Lévy-Bruhl como modo real de consciência que explica ritual, religião e mentes de grupo melhor do que seus críticos admitem.
Panorama dos mitos africanos do dilúvio por região, com fontes anotadas, análise de motivos e argumentos sobre difusão/seleção para especialistas em mitologia comparada.
Lendo os trabalhos de Héracles — especialmente o cinturão de Hipólita e a iniciação eleusina — como memórias rituais nas quais a consciência masculina se coloca como aprendiz da soberania da Grande Mãe.
Uma análise detalhada dos papéis complementares de Héracles Cósmico (Chronos) e Dioniso Zagreu na teogonia órfica, na mitologia, na práxis ritual e na interpretação neoplatônica.
Do Éden, passando pelo *Logos* de João e pelos contramitos gnósticos, até os ritos globais do “deus enforcado”, este ensaio reconstrói como a consciência reflexiva surgiu, passou por iterações e, por fim, teorizou a si mesma.
Um extenso estudo comparativo das cosmogonias do desmembramento, das antropogenias da cinza ofídica, dos espelhos d’água esotéricos e do Héracles solar dos hinos órficos.
O que Freud de fato disse sobre um matriarcado primordial: horda darwiniana → parricídio → clã fraterno totêmico sob o direito materno → restauração do patriarcado, com comprovação em fontes primárias.