Uma análise aprofundada de duas etimologias especulativas que ligam o N‑pronome global ao ‘conhecimento’—seja semanticamente (conhecedor = eu) ou foneticamente (ǵn‑ > n‑).
Conhecedor do Eu e as Hipóteses de Erosão do Gn


Uma análise aprofundada de duas etimologias especulativas que ligam o N‑pronome global ao ‘conhecimento’—seja semanticamente (conhecedor = eu) ou foneticamente (ǵn‑ > n‑).

Integrando as percepções de Thomas Froese sobre intersubjetividade e enativismo com a Teoria de Eva da Consciência para fornecer uma nova perspectiva sobre o Problema Difícil da consciência e a evolução da experiência subjetiva.

De Éden através do Logos de João e mitos gnósticos contrários até os ritos globais do ‘deus enforcado’, este ensaio reconstrói como a consciência reflexiva emergiu, iterou e finalmente teorizou a si mesma.

Percorra os povos de barro iorubás, os peixes-gêmeos Dogon, as ka-serpentes egípcias e o chocalho de touro de Lebe para ver como a África narra os começos humanos.

Uma exploração de duas teorias sobre as origens da consciência humana: a Teoria do Culto da Serpente/Eva (veneno de cobra) versus a Teoria do Macaco Chapado (cogumelos psilocibina).

Uma revisão abrangente que explora o conceito do ’eu narrativo’ na filosofia, psicologia, neurociência e teoria literária.

Como um culto pré-histórico à deusa-serpente pode ter impulsionado o pensamento autoconsciente e espalhado seus ritos pelo mundo.

Como serpentes aquáticas e mulheres fundadoras coestrelam nas histórias de origem Navajo, Zuni, Taíno, K’iche’ e Inka e o que essa combinação revela sobre nascimento, caos e ordem.

De pastores-videntes gregos a rainhas-serpentes curdas, culturas em todo o mundo afirmam que a mordida, lambida ou poção de uma serpente permite que humanos falem com animais.

Uma teoria interdisciplinar abrangente que propõe que a consciência humana se originou como uma invenção cultural em tempos pré-históricos, provavelmente pioneira por mulheres e disseminada através de rituais e linguagem.