Como serpentes aquáticas e mulheres fundadoras protagonizam conjuntamente as narrativas de origem navajo, zuni, taína, K'iche' e inca, e o que essa associação revela sobre o nascimento, o caos e a ordem.
Através das mitologias, deuses-serpente e rituais com serpentes marcam limiares de conhecimento, lei e despertar, fazendo da serpente um símbolo recorrente de poder que confere consciência.
Um exame aprofundado dos relevos de serpentes de Göbekli Tepe (c. 9600–8200 a.C.), de seu contexto ritual e da possibilidade de que prenunciem o complexo edênico da serpente e da árvore — interpretado à luz da Eve Theory of Consciousness.
Por que o bastão de uma única serpente que encima os logotipos hospitalares codifica uma antiga teologia farmacológica, na qual veneno e remédio constituem duas espiras da mesma serpente.
Por todo o Planalto Iraniano, a iconografia ofídia funcionava como uma interface ritual para a água, o tempo e a soberania — elementos-chave para a Teoria de Eva e o Culto da Serpente da Consciência.
Uma investigação abrangente do motivo mítico da separação ou cisão entre o Céu e a Terra, tal como se observa nas antigas epopeias hurrito-hititas e em outros mitos cosmogônicos.
Um contrafactual: o que mudaria se mesmo um único artefato tido como uma “fraude”, como a Pedra de Bat Creek ou o Decálogo de Newark, fosse comprovado como genuinamente originário do Velho Mundo e pré-colombiano?
Examina a hipótese evolutiva de que pressões seletivas conduzidas pelas mulheres em favor da inteligência social e da autodomesticação colocaram as mulheres na vanguarda da evolução humana.
Uma comparação concisa, porém rigorosa, da visão gnóstica do cosmos como uma estrutura carcerária e da noção indiana de samsara como uma roda interminável de renascimentos.
Uma leitura detida da obra de Sam Harris sobre a consciência, o eu, o livre-arbítrio e a questão de saber se seu naturalismo trata a consciência como “apenas uma ilusão”.
Uma síntese das evidências das relações linguísticas entre a Austrália e a Papua-Nova Guiné — o contato no Estreito de Torres, a arealidade da era de Sahul e quem as defendeu — com citações primárias.
Explora a antiga prática do sacrifício de cães em diferentes culturas, desde sepultamentos da Idade do Gelo até ritos de iniciação de guerreiros, examinando por que os seres humanos ritualizavam a morte de seus companheiros mais queridos.
Um estudo exaustivo de figuras lendárias e históricas que viajaram ao Egito para conhecer os mistérios antigos, de filósofos gregos a líderes religiosos, mostrando como a estada de Jesus no Egito durante a infância se insere nessa tradição …
Uma reconstrução crítica, porém simpática, do argumento mais forte em favor das cruzes de chumbo de Tucson como evidência de uma colônia medieval do Velho Mundo no Arizona.
Explica os ritos compartilhados chineses de 招魂 e tai-laocianos de su khwan, que convocam uma alma desgarrada de volta ao corpo, e por que persistem entre culturas.
Na Austrália, na África Ocidental, na Grécia e na Amazônia, o zunidor assinala a iniciação como habitação interior literal do espírito — morte ritual, renascimento e presença do deus ou ancestral.