Mais do que alegoria: sobre o mito religioso, a verdade e a crença
Discutindo o idealismo analítico de Bernardo Kastrup
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Discutindo o idealismo analítico de Bernardo Kastrup
Um mito indígena da criação evoca o Gênesis
Tabelas e citações que mostram como os estudiosos situam Lúcifer ao lado de Loki, Prometeu e outros deuses rebeldes acorrentados.
Como a combinação singular de ideologia e academia da União Soviética produziu um contingente desproporcionalmente numeroso de linguistas obcecados por estabelecer relações entre as línguas do mundo.
Uma breve revisão dos estudiosos que sustentam que o motivo nórdico do pranto cósmico provém do culto mesopotâmico a Tamuz — e por que a maioria dos especialistas hoje discorda.
Antropologia e o Matriarcado Primordial
Um catálogo, fonte por fonte, de todas as passagens em que Joseph Campbell atribui paralelos míticos à difusão cultural no mundo real, em vez da unidade psíquica junguiana.
Discutindo o psicólogo mais influente desta geração
Um levantamento exaustivo de todas as narrativas apócrifas conhecidas que situam Jesus no Egito, dos textos que as transmitem e dos motivos teológicos a que servem.
Como o brinquedo fatal de um deus-criança se tornou um símbolo filosófico da encarnação, da matéria e da constituição do eu — dos neoplatônicos aos classicistas contemporâneos.
Por que a tese da mente como tábula rasa — segundo a qual a cognição não evoluiu desde o Paleolítico Superior — fracassa diante dos princípios básicos da genética de populações, e o que o DNA antigo revela agora.
Por que os relatos coloniais sobre gigantes, o positivismo do século XX e os novos dados genômicos são todos relevantes para o debate sobre o contato polinésio-americano pré-colombiano.
Antes da consciência introspectiva, os seres humanos eram sistemas de controle sem um eu narrativo. Este ensaio reconstrói o Homem Dourado com base na cibernética, na cognição animal e na Eve Theory of Consciousness.
Uma reconstrução especulativa de uma protoforma para «alma» ou «espírito», que remonta a mais de 15.000 anos, examinando ecos translinguísticos de terminologias antigas para a força vital.
Uma análise concisa, fundamentada em fontes primárias, da Hipótese Hamítica, de sua tese central e do que a arqueogenética do Holoceno — o gargalo do cromossomo Y e as migrações neolíticas — sustenta e não sustenta.
De Hermes Trismegisto a Carl Jung: o notável rol de cientistas, místicos e pensadores atraídos pela sabedoria hermética ao longo da história.
Uma exploração aprofundada da serpente no hermetismo — do caduceu ao ouroboros — desvendando seu papel na polaridade, no conhecimento cósmico e no caminho para a gnose.
Embora a serpente lhe tenha mordido o calcanhar, ele esmagou-lhe o crânio
Lendo os trabalhos de Héracles — especialmente o cinturão de Hipólita e a iniciação eleusina — como memórias rituais nas quais a consciência masculina se coloca como aprendiz da soberania da Grande Mãe.
A leitura dos episódios serpentinos de Héracles — Hidra, Ladão, Cérbero — como estações iniciáticas de um “Culto da Serpente da Consciência” pan-eurasiático, tendo Elêusis como coroamento.